- Geração de empregos e
inflação
Em
oito anos de governo (1995-2002), o PSDB gerou cerca de 5 milhões de empregos.
Somando o período Lula/Dilma, o número de empregos gerados no país passa dos 20
milhões. Já a inflação, que está na faixa do 6,5% ao ano, tem sido alvo de
duras críticas do tucano Aécio Neves, que fala em reduzir esse índice para 3%.
O que o tucano esconde é que para chegar nessa marca, teria que desacelerar a
economia, aumentando a taxa de juros e diminuindo a oferta de crédito, gerando
desemprego.
-
Mais Médicos
Aécio
Neves fala em manter o programa Mais Médicos, uma das vitrines do governo Dilma
que está levando atendimento médico para 50 milhões de pessoas nas regiões mais
remotas do país. O candidato, no entanto, fala em rever o contrato dos médicos
que cubanos. Essa medida vai inviabilizar, na prática, a continuidade do
programa, uma vez que, dos 14 mil médicos contratados, mais de 11 mil são
cubanos.
-
Educação Aécio
Neves
fala em fundar a “Nova Escola” brasileira, mas a experiência da população
mineira com o tucano é desoladora. Desde 2003, o estado não investe o mínimo de
25% da arrecadação em educação. Como consequência, faltam um milhão de vagas no
Ensino Médio. Na alfabetização, apenas 35% de crianças têm vagas.
-
Serviço público e nepotismo
Aécio
Neves acusa o PT de aparelhar o Estado, mas quando foi governador, nomeou nove
parentes para cargos públicos em MG. Além disso, em oito anos, o PSDB
contratou, via concurso público, cerca de 51 mil servidores. Nos últimos 12
anos, os governos Lula/Dilma contrataram mais de 234 mil servidores.
- Privatização do
pré-sal
As grandes petroleiras
internacionais até hoje não se conformam com a Lei do Pré-Sal, aprovada pelo
governo Lula, que ampliou o poder da Petrobrás e garantiu maior arrecadação
financeira com a exploração das reservas, Elas querem a volta modelo anterior, que permite a entrega de 90% das reservas
diretamente às empresas. Representantes de gigantes do petróleo como a Chevron
chegaram a receber garantias do PSDB, partido do Aécio, de que a lei seria
revista num eventual governo tucano.
- Direitos
trabalhistas
Aécio se diz defensor dos
trabalhadores, mas votou contra direitos trabalhistas fundamentais. Em 2001,
quando era presidente da Câmara dos Deputados, foi favorável ao PL 5.483, que
previa flexibilização da CLT, atingindo garantias como férias e 13º
salário.
- Salário mínimo
Em 2011, Aécio votou contra o
projeto de lei do aumento real do salário mínimo, justamente uma das medidas
mais importantes dos governos Lula e Dilma, que permitiu crescimento de 72% em 10
anos. Armínio Fraga, indicado por Aécio para ser ministro da Fazenda, já
afirmou que o salário mínimo no Brasil está muito alto.
E ai galera? Ainda Querem o Impeachment da Dilma?
