"Querem destruir o
Lula", disse Dilma, lembrando que seu padrinho político lidera hoje a disputa de
2018 com 38% das intenções de voto. Dilma afirmou que "o que se quer
é destruir e isso está sendo feito com o Lula".
Segundo ela, isso pode
ocorrer de três maneiras: "Podem tentar condenar o Lula por duas vezes (o
que impede sua candidatura); podem mudar as regras da eleição presidencial, por
exemplo, com introdução do Parlamentarismo; e terceiro, podem simplesmente adiar
a eleição presidencial do ano que vem".
Segundo
Dilma, porém, apesar da "perseguição aberta", Lula tem chances de
corrigir o "golpe" praticado no país, e que a tirou do poder por meio
do impeachment. Ela também acusou o governo Michel Temer de praticar um
"golpe social e democrático".
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