Começa hoje à meia-noite desta quarta-feira a greve nacional de petroleiros, organizada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP). A entidade convocou uma paralisação da classe para reivindicar a redução do preço dos combustíveis e a saída do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Segundo o líder do movimento e coordenador-geral da FUP, José Maria Rangel, serão 72 horas de braços cruzados.
A conjunção das duas manifestações – a dos petroleiros se inicia enquanto a dos caminhoneiros começa a minguar – aumenta o desgaste de um governo cujos índices de impopularidade já batem níveis recordes.
Além disso, a paralisação dos petroleiros aumenta a preocupação com a falta de combustíveis e com o restabelecimento da normalidade de serviços públicos e privados que dependem do diesel, da gasolina e do gás em todo o país, embora os petroleiros digam que o movimento deles não afeta o suprimento, uma vez que os depósitos das refinarias estão lotados. Para os sindicatos, esta será uma paralisação apenas “de advertência” ao governo, pois a classe planeja para junho uma greve “maior e mais forte”.
Veja alguns países o preço da gasolina:
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